E não é que poderia ser diferente?
Tenho visto poucos filmes que se intitulam “comédia romântica”. Principalmente por causa da mesmice que se tornou esse genero, hoje, tão nostálgico. Gênero que nos deu horas de total prazer com “Um Lugar Chamado Nothing Hill”, “Simplesmente Amor” e “Melhor é Impossível”. Pois é... tem ficado ruim.
E não é que poderia ser diferente? E foi!
Essa comédia romântica toca em temas delicados de forma espontânea e divertida. Foge das amarras dos finais disney e consegue, assim mesmo, agradar.
Será diferente das determinações sociais a que estamos acostumados. Assim como “Jesus Cristo Superstar” e “Juno”, esse filme não tem vergonha de mostrar uma possível realidade diferente da que nos é ensinada todos os dias. E esse é o seu maior mérito.
Com um elenco de ótimos atores como Kate Hudson, Gael García Bernal, Kathy Bates e Whoopi Goldberg fazendo às vezes de Deus, essa fita agrada, tanto pela composição quanto pela harmonia.
Recomendo! (3,5)
